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Rumo à 36ª Assembleia Diocesana da Pastoral
Entre os dias 16 e 18 de novembro próximo, estaremos celebrando a nossa 36ª Assembleia Diocesana de Pastoral. É um evento de grande importância para nossa Igreja particular, pois, nesta ocasião, nós, bispos, padres e leigos definimos os rumos de nossa caminhada pastoral, em sintonia com as demais dioceses do Regional e com toda a Igreja no Brasil. O nosso Plano Diocesano de Pastoral, já em vigor há três anos, foi elaborado a partir das prioridades estabelecidas na Assembleia Regional em Tianguá, em agosto de 2006, inspiradas nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da CNBB e no Documento de Aparecida. Para a elaboração do Plano, houve todo um trabalho de construção com a participação das Paróquias (Conselhos Paroquiais de Pastoral) e de discussão nas instâncias participativas da Diocese (EDP e CDP). A cada ano, temos trabalhado de um modo especial cada uma das três prioridades, retomando-as para avaliação e aperfeiçoamento nas Assembleias Diocesanas. Nesta nossa 36ª Assembleia Diocesana de Pastoral, nós iremos fazer uma avaliação geral de nosso plano e, também, do modelo participativo na vida da Diocese, com a constituição das Comissões Diocesanas.
Entre os dias 12 e 15 de novembro de 2011, será realizada a próxima Assembleia do Regional NE1. Nela, retomando as novas Diretrizes da CNBB, a serem definidas na Assembleia Geral da CNBB de 2011, serão elaboradas as prioridades para o Regional, podendo-se renovar as atuais ou se criar novas. A partir destas prioridades é que nós iremos adaptá-las às nossas necessidades e à nossa realidade para a elaboração de nosso Plano Diocesano de Pastoral. Até lá, portanto, continua em vigor o nosso atual Plano Diocesano de Pastoral, que tem norteado toda a nossa ação pastoral e evangelizadora, trazendo significativos progressos na caminhada das paróquias e comunidades. O trabalho de avaliação, a ser iniciado já em agosto nas paróquias, irá demonstrar os avanços, dificuldades e desafios quanto à concretização do Plano de Pastoral na Diocese.
Na linha participativa, seria bom que, no processo de avaliação, não somente os Conselhos Paroquiais de Pastoral dessem a sua colaboração, mas também os Conselhos Comunitários. Onde isto for possível, peço aos párocos que envolvam as Comunidades, também, neste processo.
O importante é que todos nós nos preparemos para a nossa próxima Assembleia Diocesana tanto na oração, como no estudo e discussão das questões vitais de nossa caminhada eclesial.
Dom Antônio Roberto Cavuto
Bispo Diocesano de Itapipoca
